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Marmorizado é tendência

Não importa o material, o efeito marmorizado está vindo com tudo. Cerâmica, plásticos, tecidos e até concreto são algumas das superfícies com tratamento marmorizado concebidas tanto por jovens designers como por grandes marcas. A Casa Electrolux traz pra você hoje uma seleção desses itens de decoração que estão fazendo a cabeça do público.

 

1. Tapete Lythos

tapete

http://j.mp/1NIUMUG

Os padrões lembram as camadas geológicas, com seus veios e efeitos rajados. Para obter esse resultado, foi usada lã em mais de vinte tons diferentes, e o tapete foi tecido a mão. A peça faz parte da coleção Archea, lançada pelo ateliê Pinto Paris, coordenado hoje em dia pela filha do fundador Alberto Pinto, a designer Linda Pinto.

 

2. Prato Green Yellow and Redmarble

prato

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O inglês John Derian foi um dos primeiros a adotar o chamado marbling. Foi ele o escolhido para desenvolver uma linha de cerâmica para a marca francesa Astier de Villatte, com desenhos que simulam o mármore natural. O resultado, como se pode ver na imagem, são pratos (e outras peças) com visual único, exatamente como a pedra original.

 

3. Centro de mesa lunar

centro de mesa

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Já a designer italiana Alessia Giardino criou um centro de mesa que tem como matéria-prima o resistente concreto, que pode ser usado para servir ou para cortar alimentos. Parte da série Concrete Tableware, trata-se de uma peça que passa por diversos tratamentos: manchado, escovado ou marmorizado.

 

4. Cadeira Siren

 cadeiras

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Inspirada na antiga técnica turca de marmorização de papel, a cadeira Siren foi criada pela dupla irlandesa Annabel e Neil McCarthy, da Nest Design. Por essa técnica, a tinta fica num tanque boiando na superfície da água, e o objeto que se deseja pintar é mergulhado nele. Mas não pense que foi fácil fazer isso com uma cadeira: normalmente, é usado um objeto com superfície mais simples. No caso da cadeira, que possui muitas faces diferentes, o desafio exigiu de seis a oito mergulhos até o resultado esperado ser obtido.

 

5. Bowl Newton's Bucket

bowl

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Os bowls criados pelos ingleses Attua Aparicio e Oscar Wanless, do Silo Studio, foram influenciados por um experimento de Isaac Newton. O efeito marmorizado da série é obtido por meio da aplicação da força centrífuga. Resinas em estado líquido nas cores preto e branco são aplicadas no fundo do recipiente, que é girado em alta velocidade. Com isso, a resina é forçada a subir aos poucos, até cobrir toda a parede interna. No final, acrescenta-se a resina colorida, e está pronto.

 

6. Papel de parede Bain de Minuit

papel de parede

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Este lançamento da coleção Christian Lacroix para a Designers Guild tem uma proposta mais ousada: criar um ambiente todo envolvido por um marmorizado intenso. O papel de parede está disponível em sete versões, cada uma de uma cor. O resultado lembra os papéis marmorizados de antigamente, dando um charme vintage aos ambientes.

 

Curtiu? Conte pra gente nos comentários que objetos ou itens de decoração com visual marmorizado combinariam com a sua casa.

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Chefs que atendem em casa

Se você gosta de comer bem sem abrir mão do conforto que só uma casa pode oferecer, essa novidade é para você. Está crescendo entre nós o chamado “jantar de portas fechadas”, no qual profissionais ou amadores talentosos recebem desconhecidos na própria casa para uma experiência gastronômica.

A prática existe há alguns anos na Europa e em outros países da América Latina, como a Argentina, e chegou ao Brasil há pouco tempo.

Ricardo Toscani, que adotou a culinária como segunda profissão.

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O fotógrafo Ricardo Toscani é um dos que aderiu à ideia. Acostumado a preparar omeletes, sua vida mudou quando se casou e assumiu as funções domésticas. O interesse pela cozinha aumentou e a comida deixou de ser um hobbie: sua culinária informal é apreciada por grupos de até dez pessoas que pagam para provar pratos como frango com cerveja ou bacalhau.

Cada um começa de um jeito e por um motivo. “Nunca pensei em ter um estabelecimento tradicional, assim posso improvisar e fazer um cardápio novo todo dia”, diz a chef Manu Zappa, que se mudou para Itacaré, na Bahia, em 2011, e fez de sua casa um restaurante que funciona apenas com reservas. Quando solicitada, ainda cozinha na casa dos clientes em São Paulo ou no Rio de Janeiro.

Alguns brasileiros vão ainda mais longe que isso. É o caso dos chefs Celia Miranda Mattos e Gustavo Dalla Colletta Mattos, que recebem diariamente de duas a dez pessoas, com reserva, no chamado Chez Nous Chez Vous, o apartamento que compraram em Paris. O casal conta que, após investir em um projeto de cozinha de primeira linha, surgiu a ideia de aproveitar o espaço privilegiado em ambiente de trabalho.

Os banqueteiros Demian Figueiredo e Pila Zucca, do bufê Les Amis, também entraram na brincadeira. Uma vez por mês, eles recebem até 14 pessoas para jantares temáticos num casarão dos anos 50, em São Paulo. Por R$ 150,00, cada convidado tem direito a entrada, prato principal, sobremesa, um drinque e água mineral. Os interessados devem fazer reserva por e-mail, apresentando-se e dizendo o que gostam de comer.

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O banqueteiro Demian Figueiredo recebe os clientes em uma edição do jantar de portas fechadas do Les Amis.

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As profissões anteriores dos novos chefs que atendem na própria casa podem ser as mais variadas. A produtora de televisão Priscilla Moretto, por exemplo, pesquisa a culinária de vários países desde 2006 e prepara refeições para pequenos grupos. “Nasci numa família em que os rituais gastronômicos são levados ao pé da letra”, conta.

Ela inaugurou em São Paulo, no bairro da Lapa, o Tangerine Cozinha Original. A cada quinze dias, sempre aos fins de semana, o espaço de apenas quatro mesas abre para receber os clientes, que usam a página da chef no Facebook para fazer as reservas.

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Ambiente do Tangerine Cozinha Original, casinha onde a produtora Priscila Moretto se transforma em chef.

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Entre os quitutes preparados por Priscilla estão o hambúrguer de pão de queijo, cheddar e cebola roxa, servido numa caixinha metálica de marmita, a tapioca de pernil com queijo brie e chutney de manga, e a coxinha de mandioca com leite de coco recheada de frango thai.

Para outros, a saída começa justamente quando algo dá errado. A baiana Helia Bispo, a Bá, começou seu “restaurante fechado” após perder a barraca de acarajé que mantinha havia 13 anos em uma avenida de São Paulo. “Tudo foi apreendido pela prefeitura e os amigos que eu fiz lá começaram a vir comer na minha casa”, conta. “Cada pessoa trazia outra e é assim até hoje."

Quem vai até sua casa no bairro da Bela Vista, em São Paulo, paga R$ 80 e pode se servir à vontade num bufê de comida baiana. Entre os pratos estão polvo, vatapá, caruru, bobó de camarão. As reservas são para até 20 pessoas no almoço e 15 no jantar. “Gosto de sentar, conversar e olhar na cara de todo mundo. Nossa amizade começa daí”, afirma, feliz.

Quem escolhe uma experiência como esta busca algo mais íntimo e um atendimento personalizado. Não é incomum os chefs e anfitriões se sentarem às mesas, e quem entrou como cliente pode acabar saindo como amigo.

 

Já frequentou algum “restaurante fechado”, ou gostaria? Conte-nos sua experiência nos comentários!

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