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Formas diferentes – e esquisitas – de servir alimentos

Alguns restaurantes estão deixando de servir os alimentos em pratos e bandejas comuns e começando a usar objetos inusitados, como sapatos, uma pá, blocos de pedra, tijolos de vidro, e outros.

Ao que tudo indica, essa tendência pra lá de curiosa começou pegando carona nas fotos de comida em redes sociais como o Instagram. Alguns estabelecimentos resolveram ousar e criaram apresentações no mínimo estranhas.

Alguns consumidores gostaram da ideia e estão se divertindo, mas também teve quem achasse exagero e criasse a campanha We Want Plates (Queremos Pratos), que divulga fotos dos objetos mais malucos e pede que os pratos voltem.

Veja alguns exemplos que estão dando o que falar, para bem e para mal. Você comeria num desses?

Croquetes servidos no tênis.

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Crédito: We Want Plates/Facebook / Reprodução

Linguiça na pá de lixo.

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Crédito: We Want Plates/Facebook / Reprodução

Uma pá de comida.

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Crédito: We Want Plates/Facebook / Reprodução

Pães trazidos à mesa numa pantufa.

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Crédito: We Want Plates 

Mini-hambúrgueres servidos numa raquete de pingue-pongue.

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Crédito: We Want Plates/Facebook / Reprodução

Um prato gourmet servido em cima de um pedregulho.

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Crédito: We Want Plates 

 

Algumas apresentações são menos esquisitas e usam materiais diferentes de forma criativa. É o caso da saladinha num vasinho de planta e as batatas num mini carrinho de supermercado.

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Crédito: Gasoline Shorts 

 

Ou esse Fish & Chips servido num caixote usado em jardinagem, com molho tártaro e purê de ervilhas servidos num mini regador e um vaso de plantas.

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Crédito: The Botanist 

 

E por que não um banco e mesa de piquenique cheio de docinhos?

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Crédito: Jonesvb 

 

Ou ainda esse pão servido num boné estilo vovô:

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Crédito: MarinaOLoughlin 

 

E você, acha que a novidade é criativa ou os estabelecimentos estão indo longe demais?

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Cafezinho no inverno: descubra seu tipo de torra e método de extração favorito

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Crédito: El Hombre

O café é a segunda bebida mais consumida do mundo, vice-campeonato que não é nenhum demérito quando conhecemos o primeiro lugar: a água! Versátil, os diferentes graus de torra e métodos de extração produzem uma enorme variedade de resultados, desde o café mais intenso ao mais suave, do mais aromático ao mais discreto.

Existem mais de dez maneiras de extrair um bom café, e três tipos básicos de torra: torra clara (acentua a acidez e o aroma, ameniza o amargor e mantém a suavidade do sabor), torra média (ponto de equilíbrio entre várias características como acidez, aroma e amargor, ideal para coador de pano ou filtro de papel) e torra escura (menos ácido, mais amargo e menos encorpado). Já os tipos de extração podem ser por filtro de papel, de pano, prensa francesa, Moka, Ibrik, Hario V60, Chemex, Aeropress, Clever, Soft Brew, Handspresso, e ainda outros.

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Crédito: Revista Adega

Cada um desses tipos de extração faz com que os sabores e aromas da bebida variem. Veja agora cinco tipos diferentes de extração, sua influência no sabor e a proporção mais indicada entre pó e água.

Coador de pano

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Crédito: Gosto de Fotografica

Até hoje, o modo mais tradicional nos lares, bares e padarias. É muito simples: coloca-se o pó no coador e despeja-se água quente, normalmente acima de um bule. Esse método é fácil e rápido, mas é preciso ter cuidado com o tipo de pano e com quantas vezes ele será utilizado.

Resultado: Bebida com pouco corpo e retrogosto com notas de chocolate, baunilha, caramelo e avelã. Leve acidez.

Proporção: 50 gramas de pó para 500 ml de água. A quantidade de café no coador de pano é maior do que a do filtro de papel por conta da trama do tecido, que faz uma extração mais rápida

Filtro de papel

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Crédito: Revista Adega 

Inventado pela dona de casa alemã Melitta Bentz em 1908, o filtro de papel nasceu de sua tentativa de acabar com as queixas do marido, que não gostava do pó que escapava pelo coador de pano. Bastou recortar um pedaço redondo de mata-borrão e cobrir com ele o fundo de uma caneca de latão cheia de furos: estava criado o primeiro filtro de papel do mundo.

Resultado: Bebida com pouco corpo e retrogosto com notas de chocolate, baunilha, caramelo e avelã, e acidez cítrica

Proporção: 40 gramas para 500 ml de água.

Cafeteira italiana ou Moka

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Crédito: Revista Adega

Foi a precursora das máquinas de café expresso, tendo surgido na Itália. Ainda é uma das formas preferidas de se fazer café em casa na Europa. O processo é simples. Na parte de baixo põe-se a água e, na de cima, o pó. Quando a água ferve, ela sobe, atravessa o compartimento do pó e o café fica armazenado na parte de cima.

Resultado: Café encorpado e retrogosto com leve amargor e notas de chocolate, baunilha e caramelo. Pouca acidez.

Proporção: 30 gramas para seis xícaras. Existem modelos para diversas quantidades de xícaras.

Cafeteira francesa ou French Press

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Crédito: Revista Adega 

Surgiu nas cozinhas francesas em 1852, mas só foi registrada em 1929 pelo designer italiano Attilio Calimani. Já foi bem cara, mas hoje existem modelos mais em conta. O pó vai no fundo, onde se mistura com a água quente e descansa por alguns minutos. Depois, basta pressionar o êmbolo para baixo para que o café seja filtrado.

Resultado: Bem encorpado e retrogosto de chocolate, baunilha, caramelo, avelã e nozes. O mais aromático dos cinco. Leve acidez cítrica.

Proporção: 40 gramas para 500 ml de água. É importante deixar o café em contato com a água por quatro minutos antes de iniciar a extração.

Máquina de expresso

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Crédito: Revista Adega 

O primeiro protótipo surgiu em 1822, mas só em 1855 foi apresentada em Paris uma máquina mais desenvolvida. De 1901 em diante, a partir de um arranjo proposto pelo italiano Luigi Bezzera, novos modelos foram sendo aperfeiçoados, até que a cultura do expresso se espalhou por toda a Itália e, mais tarde, pelo mundo.

Resultado: Bebida bem encorpada com retrogosto de chocolate, baunilha e caramelo, e leve acidez cítrica.

Proporção: 9 gramas por xícara.

Por fim, quem deseja um café superior deve buscar três coisas: adquirir os grãos inteiros, verificar a validade na embalagem para ter sempre um produto novo e possuir um bom moinho para fazer a moagem imediatamente antes da extração.

Deu vontade, né? Que tal um cafezinho fresquinho agora?

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